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Data de atualização
11/08/2024

Classe: Backdoor

Os backdoors são projetados para permitir que usuários mal-intencionados controlem remotamente o computador infectado. Em termos de funcionalidade, os Backdoors são semelhantes a muitos sistemas de administração projetados e distribuídos por desenvolvedores de software. Esses tipos de programas mal-intencionados possibilitam fazer qualquer coisa que o autor queira no computador infectado: enviar e receber arquivos, iniciar ou excluir arquivos, exibir mensagens, excluir dados, reinicializar o computador etc. Os programas nessa categoria costumam ser usados a fim de unir um grupo de computadores da vítima e formar uma rede de botnets ou zumbis. Isso dá aos usuários mal-intencionados controle centralizado sobre um exército de computadores infectados que podem ser usados ​​para fins criminosos. Há também um grupo de Backdoors que são capazes de se espalhar através de redes e infectar outros computadores como os Net-Worms. A diferença é que tais Backdoors não se propagam automaticamente (como fazem os Net-Worms), mas apenas com um “comando” especial do usuário mal-intencionado que os controla.

Plataforma: Win32

O Win32 é uma API em sistemas operacionais baseados no Windows NT (Windows XP, Windows 7, etc.) que oferece suporte à execução de aplicativos de 32 bits. Uma das plataformas de programação mais difundidas do mundo.

Família: Backdoor.Win32.Remcos

No family description

Examples

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Tactics and Techniques: Mitre*

TA0005
Defense Evasion
The adversary is trying to avoid being detected.

Defense Evasion consists of techniques that adversaries use to avoid detection throughout their compromise. Techniques used for defense evasion include uninstalling/disabling security software or obfuscating/encrypting data and scripts. Adversaries also leverage and abuse trusted processes to hide and masquerade their malware. Other tactics’ techniques are cross-listed here when those techniques include the added benefit of subverting defenses.
T1036.008
Masquerading: Masquerade File Type
Adversaries may masquerade malicious payloads as legitimate files through changes to the payload's formatting, including the file’s signature, extension, and contents. Various file types have a typical standard format, including how they are encoded and organized. For example, a file’s signature (also known as header or magic bytes) is the beginning bytes of a file and is often used to identify the file’s type. For example, the header of a JPEG file, is 0xFF 0xD8 and the file extension is either `.JPE`, `.JPEG` or `.JPG`.

Adversaries may edit the header’s hex code and/or the file extension of a malicious payload in order to bypass file validation checks and/or input sanitization. This behavior is commonly used when payload files are transferred (e.g., Ingress Tool Transfer) and stored (e.g., Upload Malware) so that adversaries may move their malware without triggering detections.

Common non-executable file types and extensions, such as text files (`.txt`) and image files (`.jpg`, `.gif`, etc.) may be typically treated as benign. Based on this, adversaries may use a file extension to disguise malware, such as naming a PHP backdoor code with a file name of test.gif. A user may not know that a file is malicious due to the benign appearance and file extension.

Polygot files, which are files that have multiple different file types and that function differently based on the application that will execute them, may also be used to disguise malicious malware and capabilities.(Citation: polygot_icedID)

* © 2026 The MITRE Corporation. This work is reproduced and distributed with the permission of The MITRE Corporation.

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