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Data de atualização
01/15/2024

Classe: Backdoor

Os backdoors são projetados para permitir que usuários mal-intencionados controlem remotamente o computador infectado. Em termos de funcionalidade, os Backdoors são semelhantes a muitos sistemas de administração projetados e distribuídos por desenvolvedores de software. Esses tipos de programas mal-intencionados possibilitam fazer qualquer coisa que o autor queira no computador infectado: enviar e receber arquivos, iniciar ou excluir arquivos, exibir mensagens, excluir dados, reinicializar o computador etc. Os programas nessa categoria costumam ser usados a fim de unir um grupo de computadores da vítima e formar uma rede de botnets ou zumbis. Isso dá aos usuários mal-intencionados controle centralizado sobre um exército de computadores infectados que podem ser usados ​​para fins criminosos. Há também um grupo de Backdoors que são capazes de se espalhar através de redes e infectar outros computadores como os Net-Worms. A diferença é que tais Backdoors não se propagam automaticamente (como fazem os Net-Worms), mas apenas com um “comando” especial do usuário mal-intencionado que os controla.

Plataforma: Win32

O Win32 é uma API em sistemas operacionais baseados no Windows NT (Windows XP, Windows 7, etc.) que oferece suporte à execução de aplicativos de 32 bits. Uma das plataformas de programação mais difundidas do mundo.

Família: Backdoor.Win32.Hupigon

No family description

Examples

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Tactics and Techniques: Mitre*

TA0002
Execution
The adversary is trying to run malicious code.

Execution consists of techniques that result in adversary-controlled code running on a local or remote system. Techniques that run malicious code are often paired with techniques from all other tactics to achieve broader goals, like exploring a network or stealing data. For example, an adversary might use a remote access tool to run a PowerShell script that does Remote System Discovery.
T1204.002
User Execution: Malicious File
An adversary may rely upon a user opening a malicious file in order to gain execution. Users may be subjected to social engineering to get them to open a file that will lead to code execution. This user action will typically be observed as follow-on behavior from Spearphishing Attachment. Adversaries may use several types of files that require a user to execute them, including .doc, .pdf, .xls, .rtf, .scr, .exe, .lnk, .pif, and .cpl.

Adversaries may employ various forms of Masquerading and Obfuscated Files or Information to increase the likelihood that a user will open and successfully execute a malicious file. These methods may include using a familiar naming convention and/or password protecting the file and supplying instructions to a user on how to open it.(Citation: Password Protected Word Docs)

While Malicious File frequently occurs shortly after Initial Access it may occur at other phases of an intrusion, such as when an adversary places a file in a shared directory or on a user's desktop hoping that a user will click on it. This activity may also be seen shortly after Internal Spearphishing.
TA0040
Impact
The adversary is trying to manipulate, interrupt, or destroy your systems and data.

Impact consists of techniques that adversaries use to disrupt availability or compromise integrity by manipulating business and operational processes. Techniques used for impact can include destroying or tampering with data. In some cases, business processes can look fine, but may have been altered to benefit the adversaries’ goals. These techniques might be used by adversaries to follow through on their end goal or to provide cover for a confidentiality breach.
T1565
Data Manipulation
Adversaries may insert, delete, or manipulate data in order to influence external outcomes or hide activity, thus threatening the integrity of the data. By manipulating data, adversaries may attempt to affect a business process, organizational understanding, or decision making.

The type of modification and the impact it will have depends on the target application and process as well as the goals and objectives of the adversary. For complex systems, an adversary would likely need special expertise and possibly access to specialized software related to the system that would typically be gained through a prolonged information gathering campaign in order to have the desired impact.

* © 2026 The MITRE Corporation. This work is reproduced and distributed with the permission of The MITRE Corporation.

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