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Data de atualização
10/27/2023

Classe: Backdoor

Os backdoors são projetados para permitir que usuários mal-intencionados controlem remotamente o computador infectado. Em termos de funcionalidade, os Backdoors são semelhantes a muitos sistemas de administração projetados e distribuídos por desenvolvedores de software. Esses tipos de programas mal-intencionados possibilitam fazer qualquer coisa que o autor queira no computador infectado: enviar e receber arquivos, iniciar ou excluir arquivos, exibir mensagens, excluir dados, reinicializar o computador etc. Os programas nessa categoria costumam ser usados a fim de unir um grupo de computadores da vítima e formar uma rede de botnets ou zumbis. Isso dá aos usuários mal-intencionados controle centralizado sobre um exército de computadores infectados que podem ser usados ​​para fins criminosos. Há também um grupo de Backdoors que são capazes de se espalhar através de redes e infectar outros computadores como os Net-Worms. A diferença é que tais Backdoors não se propagam automaticamente (como fazem os Net-Worms), mas apenas com um “comando” especial do usuário mal-intencionado que os controla.

Plataforma: MSIL

O Common Intermediate Language (anteriormente conhecido como Microsoft Intermediate Language ou MSIL) é uma linguagem intermediária desenvolvida pela Microsoft para o .NET Framework. O código CIL é gerado por todos os compiladores Microsoft .NET no Microsoft Visual Studio (Visual Basic .NET, Visual C ++, Visual C # e outros).

Família: Backdoor.MSIL.Crysan

No family description

Examples

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Tactics and Techniques: Mitre*

TA0002
Execution
The adversary is trying to run malicious code.

Execution consists of techniques that result in adversary-controlled code running on a local or remote system. Techniques that run malicious code are often paired with techniques from all other tactics to achieve broader goals, like exploring a network or stealing data. For example, an adversary might use a remote access tool to run a PowerShell script that does Remote System Discovery.
T1204.002
User Execution: Malicious File
An adversary may rely upon a user opening a malicious file in order to gain execution. Users may be subjected to social engineering to get them to open a file that will lead to code execution. This user action will typically be observed as follow-on behavior from Spearphishing Attachment. Adversaries may use several types of files that require a user to execute them, including .doc, .pdf, .xls, .rtf, .scr, .exe, .lnk, .pif, and .cpl.

Adversaries may employ various forms of Masquerading and Obfuscated Files or Information to increase the likelihood that a user will open and successfully execute a malicious file. These methods may include using a familiar naming convention and/or password protecting the file and supplying instructions to a user on how to open it.(Citation: Password Protected Word Docs)

While Malicious File frequently occurs shortly after Initial Access it may occur at other phases of an intrusion, such as when an adversary places a file in a shared directory or on a user's desktop hoping that a user will click on it. This activity may also be seen shortly after Internal Spearphishing.
TA0005
Defense Evasion
The adversary is trying to avoid being detected.

Defense Evasion consists of techniques that adversaries use to avoid detection throughout their compromise. Techniques used for defense evasion include uninstalling/disabling security software or obfuscating/encrypting data and scripts. Adversaries also leverage and abuse trusted processes to hide and masquerade their malware. Other tactics’ techniques are cross-listed here when those techniques include the added benefit of subverting defenses.
T1140
Deobfuscate/Decode Files or Information
Adversaries may use Obfuscated Files or Information to hide artifacts of an intrusion from analysis. They may require separate mechanisms to decode or deobfuscate that information depending on how they intend to use it. Methods for doing that include built-in functionality of malware or by using utilities present on the system.

One such example is the use of certutil to decode a remote access tool portable executable file that has been hidden inside a certificate file.(Citation: Malwarebytes Targeted Attack against Saudi Arabia) Another example is using the Windows copy /b command to reassemble binary fragments into a malicious payload.(Citation: Carbon Black Obfuscation Sept 2016)

Sometimes a user's action may be required to open it for deobfuscation or decryption as part of User Execution. The user may also be required to input a password to open a password protected compressed/encrypted file that was provided by the adversary. (Citation: Volexity PowerDuke November 2016)

* © 2026 The MITRE Corporation. This work is reproduced and distributed with the permission of The MITRE Corporation.

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